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Gestão de Hartung faz desemprego no ES alcançar 14,4% e superar índice nacional

Jornalismo 2 min de leitura

A ineficiência fiscal do governo Hartung agravado pela falta de uma política social fez o Espírito Santo registrar um dos mais altos índices de desemprego do país, chegando no primeiro trimestre de 2017, a 14,4%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Estado possui 294 mil pessoas desempregadas, em comparação ao último trimestre de 2016, o índice subiu 0,9 pontos percentuais, sendo que já havia crescido 2,5% em relação ao primeiro trimestre do mesmo ano.

Os índices são o reflexo da exagerada política de cortes de investimentos de Hartung, que estagnou o Estado, travando toda a economia, agravados pelos três anos sem concessão de revisão aos servidores, categoria que contribui para movimentar o dinheiro nos diversos setores.

Brasil
No Brasil, o desemprego subiu para 13,7% no trimestre de janeiro a março. Em relação à taxa, as altas são de 1,7 ponto percentual frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016 (12%) e de 2,8 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre de 2016 (10,9%).

Já em relação ao número de desocupados, o contingente cresceu 14,9% (mais 1,8 milhão de pessoas) frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016 e 27,8% (mais 3,1 milhões em busca de trabalho) em relação ao mesmo trimestre de 2016, segundo o IBGE.

O nível da ocupação foi estimado em 53,1% no trimestre de janeiro a março, apresentando queda de 0,9 ponto percentual frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016.

O rendimento médio foi estimado em R$ 2.110 no 1º trimestre de 2017, estável tanto ante o trimestre de outubro a dezembro de 2016 (R$ 2.064) como mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.059).

É preciso que os brasileiros exijam que seus governantes atuem para reaquecer a economia, que só é possível com o investimentos públicos em áreas fundamentais, valorizando os servidores e demais trabalhadores e fortalecendo a previdência, visto que os aposentados são responsáveis pelo fluxo médio de 80% da economia dos pequenos e médios municípios brasileiros.

Fonte: G1