Dia 19 | Servidores participarão de atos contra Reforma da Previdência


As entidades que compõem o Fespes convocam os servidores públicos estaduais a participarem das atividades que serão realizadas no próximo dia 19, segunda-feira, em protesto contra a Reforma da Previdência.
Às 6 horas está sendo programada uma recepção aos deputados e senadores no Aeroporto de Vitória. Habitualmente os parlamentares seguem semanalmente para Brasília em voos neste horário. Sendo assim uma oportunidade de cobrarem que os mesmos votem a favor da sociedade.
Já às 8 horas, diversas entidades estarão juntas em um ato na Praça Oito, no Centro de Vitória. Na ocasião, o Sindipúblicos irá realizar uma uma Assembleia Geral Unificada para que os servidores discutam os impactos da Reforma da Previdência.
O Sindicato propõe que cada servidor também convide seus familiares e amigos para juntos lutarem contra a Reforma da Previdência que irá agravar as desigualdades sociais em nosso país, restringindo o direito à uma aposentadoria digna.
É preciso ainda alertar que não existe déficit previdenciário, conforme comprovado inclusive pela CPI da Previdência, que foi realizada por parlamentares dos mais diversos partidos.
Para fortalecer a Previdência dos brasileiros, é necessário que os parlamentares criem leis que endureçam as penas contra os sonegadores e proíbam as desonerações/isenções. Além disso, o governo precisa realizar concursos para ampliar o numero de funcionários da Previdência e garantir o devido acesso aos serviços que os segurados têm direito, mas que ficam até seis meses para receber um atendimento.
Previdência Estadual
Diferente do que se tem noticiado pela mídia capixaba, conforme Relatório Técnico das Contas do Governador do ano de 2016 (TCES) e confirmado pelo governo do Estado do Espírito Santo a Previdência estadual tem uma saúde financeira equilibrada e não corre riscos. Conclui-se que há um superávit no sistema previdenciário gerido pelo IPAJM de no mínimo 25%, em especial no Fundo Previdenciário que apresenta um superávit de mais de R$ 1,2 bilhões. O discurso da crise no sistema e dos déficits previdenciários para justificar o desmonte da Seguridade Social, em especial no que tange a previdência, não se confirmam no Regime Geral e Tampouco no Regime Próprio de Previdência. Pelo contrário, o sistema é saudável e sustentável financeiramente em longo prazo se não ocorrerem interferências externas.
